Ingredientes:
1/2 xícara (chá) de óleo
3 cenouras médias raladas
4 ovos
2 xícaras (chá) de açúcar
2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
Cobertura:
1 colher (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de chocolate em pó ou achocolatado
1 xícara (chá) de açúcar
Se desejar uma cobertura molinha coloque 5 colheres de leite
Modo de Preparo
Bata no liquidificador primeiro a cenoura com os ovos e o óleo, acrescente o açúcar e bata por uns 5 minutos
Depois numa tigela ou na batedeira, coloque o restante dos ingredientes misturando tudo, menos o fermento
Esse é misturado lentamente com uma colher
Asse em forno pré-aquecido (180ºC) por 40 minutos
Para a Cobertura:
Misture todos os ingredientes, leve ao fogo, faça uma calda e coloque por cima do bolo
Se o seu liquidificador for bem potente, o bolo todo pode ser feito nele.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Existencialismo fundamentado na Vontade.
Schopenhauer dizia que viver é sofrer, todos os seres vivos são movidos por vontades e quem deseja sofre, para ele abstenção de vontade é liberdade ou mesmo até ausência de dor. Ele diz que através de doutrinas do budismo e das artes é possível um apoio neste caminho de fuga para a paz.
É verdade que mesmo na primitiva vontade de vida de todos nós há sofrimento, travamos batalhas sociais que nos asseguram a existência através do trabalho e a obtenção de parceiro para perpetuar nossos genes. Nada diferente de qualquer ser vivo que nasce, gera um meio de se alimentar/sobreviver e se reproduz.
Tenho em mente que abstenção real e consciente dessas vontades básicas, dos impulsos primitivos, não é de forma alguma liberdade, e sim unicamente uma forma de fuga das dores da vida e da própria existência, não nego porém que as vontades tecem uma distorção de necessidades lógicas que nos guiam ao descontentamento.
Mesmo com as armadilhas da vontade afirmo que quem não deseja, persegue algo, existe sem sentido, é nulo e totalmente desprovido de importância. Nossos desejos são a razão que nos da relevância e sentido. A complexidade e afirmação de nossa existência encontra-se em nossas vontades.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Construindo mundos/representações.
Algo que tenho bem concebido em minha mente é que todo ser racional tem seu próprio mundo, não em alucinação ou megalomania, mas sim na verdade da representação.
Todos temos corpos diferentes com sentidos físicos que interagem e reagem de forma única, assim como estruturas cognitivas individuais totalmente voláteis ao meio, este conjunto influenciasse junto ao mundo natural, primitivo e verdadeiro, a matéria em si, não esculpida por nossa percepção (in)consciente formando toda a concepção que temos do que é concreto, físico e verdade básica.
Se nenhum ser é capaz de se desfazer de seu todo para ver o mundo como ele é, todo ser tem um mundo ao qual enxerga, único, porém desprovido de intimidade.
O fato de cada um ter seu mundo não o faz dono do mesmo, onipotente, mas sim apenas dotado de uma experiência particular com a matéria. Se pudéssemos sentir como o outro sente, o frio, o calor, a respiração, o solo, poderíamos estar mais próximos de entender o outro e adentrar seu mundo. Porém nossa percepção limita-se a apenas colidir mundos, as vezes empáticos um com o outro como as vezes antagônicos em essência, tendo em mente que independente de sermos amados, odiados, de qualquer forma estamos sozinhos em nossa própria representação de mundo, sendo cada um o único ser consciente de um mundo inteiro.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Identidade concreta - superficialidade do ser.
Algo que me diverte bastante é o senso de "identidade concreta" que as pessoas em geral acham que possuem. Se pegarmos um grupo de vinte pessoas sendo divididos em três grupos de meios diferentes: Família, trabalho e circulo social. Podemos ver que cada grupo possui uma interpretação única de como somos e o que somos, dentro desses grupos também a diversas visões mais especificas. Quando olhamos, interpretamos e julgamos o outro estamos consciente ou inconscientemente colocando nossos valores pessoais como fator determinante que gera o conjunto que pode ser identificado como o outro. Quando por regras/valores do meio que estamos inseridos somos coagidos ou libertos a agir de determinada maneira também reforçamos a massa que serve para que construam a concepção de como nos identificam.
É verdade que em nós existe um uno que nos é intimo, porém somos conduzidos por nossos anseios e temperamento a distorcer esta essência o que nos torna muitas vezes relativos, indeterminados. É mediocridade pensar que comportamento é natureza, assim como é superficial dizer que natureza é identidade. Somos seres relativos com identidades subjetivas.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Materialismo determinista matando deuses/a morte do abstrato.
O materialismo determinista nos faz observar as ações e as estruturas e conceber nelas sentido racional. Também nos permite atribuir equações que identificam as causas e os resultados dos fenômenos, por fim, é objetivo e textual.
A sociedade moderna em si tem por principio uma tendência cada vez maior a uma analise inconsciente materialista determinista do que as envolve. Isso vem principalmente do avanço da ciência nos últimos dois séculos que torna cada dia mais todos os fenômenos descritos por fórmulas concretas e invariáveis, nas ciências sociais tudo se explica por causalidades e rejeita-se a as questões subjetivas que nos envolve.
No campo religioso isso se traduz no crescimento do ateísmo de forma acelerada, a aceitação de uma divindade perde cada vez mais espaço diante de uma sociedade materialista de modo o qual apenas a objetividade científica pode-se ser cultuada.
De modo geral vejo isso como uma perda enorme, pois estimula-se a objetividade total ao pensamento e acaba restringindo a capacidade/vontade de serem feitas analises abstratas do mundo-em-si ou como nós o vemos, limitando assim o entendimento do mundo aos recursos da ciência de hoje.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Essa criticidade coletiva por fim é matraca.
É engraçado quando analisa-se todos esses protestos nas ruas: Protestos contra aumentos, contra deputados, contra senadores, contra a copa, contra o bolo de fubá e contra-o-contra. É fácil perceber que eles são bem infantis, são coisas do tipo "macaco vê macaco faz". Veja, não que todos devam ser omissos, porém o conhecimento de causa deveria vir junto com tudo isso.
Quantos que protestam contra aumentos de impostos entendem algo de economia? Hora, pode-se dizer que "não importa" o que vale é que o "povo" não quer pagar mais do que já paga, mas isso é essencialmente errado, como pode-se ser contra a geração de receita pública sem embasamento econômico?
Em teoria todo Estado recebe receita a partir de coleta de impostos dos indivíduos para reaplicar em prol do coletivo, partindo dessa linha de raciocínio podemos afirmar que quem é contra impostos é contra o bem/interesse coletivo ou seja, um individualista que esta só pensando no próprio nariz. Por outro lado temos o embasamento econômico que justifica uma posição contrária, tal como a analise do fluxo de receita mediante aplicações das mesmas.
Esta mesma linha de raciocínio podemos levar pra qualquer tipo de protesto como a o caso da copa. Até o momento não vi ninguém com conhecimento de causa nesses protestantes populares que me deparo por ai, ou seja, que saiba o montante de investimento público e o montante de retorno previsto que estes investimentos darão a curto, médio e longo prazo.
Na minha visão esse tipo de situação, ir contra sem conhecimento, é o mesmo que animais irracionais fazem, repetem os atos um dos outros por cópia, instintivo, não por criticidade em cima do "problema'.
Como prova disso podemos pegar o caso do aumento das conduções, desde que os preços voltaram ao patamar de antes de 2013 a população se vê com ar de vitória, algo até heroico, mas por ignorância não percebem todos os impostos sobre produtos e serviços que foram aumentados de lá pra cá, impostos indiretos que acabam incidindo sobre a população, você não vê isso sendo debatido, analisado, criticado, acaba passando desapercebido, as coisas continuam como estavam e o povo acha que "ganhou".
No final acaba não levando a lugar nenhum, como uma matraca na revolução de 32, o povo assusta mas não muda o curso da guerra. Não se pode lutar vestido com ignorância.
Quantos que protestam contra aumentos de impostos entendem algo de economia? Hora, pode-se dizer que "não importa" o que vale é que o "povo" não quer pagar mais do que já paga, mas isso é essencialmente errado, como pode-se ser contra a geração de receita pública sem embasamento econômico?
Em teoria todo Estado recebe receita a partir de coleta de impostos dos indivíduos para reaplicar em prol do coletivo, partindo dessa linha de raciocínio podemos afirmar que quem é contra impostos é contra o bem/interesse coletivo ou seja, um individualista que esta só pensando no próprio nariz. Por outro lado temos o embasamento econômico que justifica uma posição contrária, tal como a analise do fluxo de receita mediante aplicações das mesmas.
Esta mesma linha de raciocínio podemos levar pra qualquer tipo de protesto como a o caso da copa. Até o momento não vi ninguém com conhecimento de causa nesses protestantes populares que me deparo por ai, ou seja, que saiba o montante de investimento público e o montante de retorno previsto que estes investimentos darão a curto, médio e longo prazo.
Na minha visão esse tipo de situação, ir contra sem conhecimento, é o mesmo que animais irracionais fazem, repetem os atos um dos outros por cópia, instintivo, não por criticidade em cima do "problema'.
Como prova disso podemos pegar o caso do aumento das conduções, desde que os preços voltaram ao patamar de antes de 2013 a população se vê com ar de vitória, algo até heroico, mas por ignorância não percebem todos os impostos sobre produtos e serviços que foram aumentados de lá pra cá, impostos indiretos que acabam incidindo sobre a população, você não vê isso sendo debatido, analisado, criticado, acaba passando desapercebido, as coisas continuam como estavam e o povo acha que "ganhou".
No final acaba não levando a lugar nenhum, como uma matraca na revolução de 32, o povo assusta mas não muda o curso da guerra. Não se pode lutar vestido com ignorância.
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